Ação de busca e apreensão

A partir do  momento em que o consumidor deixa de pagar as prestações do financiamento de seu veículo poderá sofre ação de busca e apreensão e, na maioria dos casos, o contrato é rescindido, momento em que o banco passa a exigir o valor integral do contrato.  Caso o banco apreenda o veículo, para sua liberação, o consumidor terá  que pagar as parcelas em atraso e as que irão vencer. Enfim, é o mesmo que ficar sem o bem e com a dívida.

O Escritório Roberto Pimenta Sociedade Ind.de Advocacia promove a defesa da ação de busca e apreensão com propósito de evitar  que seus clientes percam o patrimônio para o banco e permaneçam endividados.

Com a ausência de pagamento das prestações de financiamento de veículos, muitos consumidores com receio da apreensão do bem  têm a equivocada ideia de que escondendo o patrimônio irão resolver a questão. Porém, deve ser ressaltado que uma  inovação legislativa de 2014 passou a permitir que, uma vez frustrada a localização dos bens alienados, a ação de busca e apreensão seja diretamente convertida em execução, para cobrança do valor integral da dívida mediante a penhora de outros bens do patrimônio do devedor (Lei 13.043/2014).
A partir de então, o consumidor deve ficar esperto, pois ainda que esconda o seu  veículo na casa do vizinho ou em outro local,  poderá receber a visita de um ofício de justiça em sua porta para penhorar bens passíveis de satisfação do crédito do banco, assim como poderá também ter contas bloqueadas, além de outras medidas necessárias para a mesma finalidade.

Para resguardar  seu  patrimônio e evitar inúmeros reflexos indesejáveis,  torna-se   imprescindível que o devedor procure uma  assessoria jurídica  para imediata  interposição de  defesa técnica e tomada de negociações  junto ao agente bancário  credor, pondo um fim ao seu pesadelo.